quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Forever Alone - Parte 2

Forever Alone - Parte 2
Começamos esta série (aqui) vendo que Bíblia tem muito pra falar a respeito de nossa solidão. O primeiro ponto que vimos foi que o Senhor Jesus nos faz companhia e é nele que devemos confiar quando a solidão nos atinge. Veja o que Davi diz no Salmo 27: "se meu pai e minha mãe me desampararem, o SENHOR me acolherá". Deus se importa com a solidão de seus filhos, e não os desampara.

Nesta parte vamos abordar um outro aspecto da solidão, um que tem a ver com o que é realmente importante para nós.

Amamos as pessoas

Ninguém gosta, de verdade, de ficar só. Alguns de nós gostamos de ter tempo para pensar, sem o barulho do pessoal ao redor, mas, porque fomos feitos para viver em comunidade, em comunhão, não gostamos da solidão. Ela nos deforma e entristece. Em Gênesis 2.18 vemos claramente que a solidão não combina conosco. Assim, não gostamos da solidão. Gostamos de ter pessoas conosco. Falando de modo mais específico, queremos UMA pessoa conosco, para desfrutarmos de uma relação parecida com a que havia entre Adão e Eva. Esse desejo de companhia (tanto da companhia dos amigos quanto da companhia "mais específica") não é algo errado ou ruim - é bom. Mas...

O nosso amor pelas pessoas é afetado pela queda

Podemos ver em Gênesis 3 o trágico relato da queda, que afeta tudo o que há em nós. Não há nenhuma área da vida humana, nenhum aspecto da nossa existência, que não tenha sido deturpado, manchado e deformado pelo pecado. Não se trata apenas de coisas erradas que fazemos, mas daquilo que somos - nossa natureza é contrária a Deus e, por isso, contrária a tudo o que é verdadeiramente belo e bom. A beleza da companhia dos amigos e da companhia de um cônjuge também foram terrivelmente afetadas pela queda. O que antes era um desejo saudável de estar perto de outras pessoas, torna-se uma vontade muito, MUITO grande de ser aceito pelo grupo. O que foi planejado para ser uma aspiração ao casamento, torna-se o centro da vida e motivador principal de ação.

Tememos as pessoas

Em algum momento da caminhada, as pessoas (aquelas, que amamos!) tornam-se nossos ídolos. Erroneamente se tornam a fonte potencial de nosso prazer, alegria, felicidade, realização. Pensamos que não seremos felizes se não houver amigos. Não seremos plenos e realizados se não houver um cônjuge. Não vai ser massa se os ícones em nossa página no facebook estiverem azuis, sem nenhuma notificação. Chamamos isso de temor do homem: quando as pessoas são infinitamente importantes, a opinião delas é a fonte da nossa esperança e a possibilidade de sermos rejeitados é algo tão grandioso e terrível que mudamos o que for preciso para não ficarmos sozinhos. E quando ficamos solitários, todo o resto não importa mais. O que realmente importa é podermos desfrutar da companhia das pessoas.

Somos todos idólatras

Não é sempre assim, mas na minha experiência (e creio que, possivelmente, na sua também) o sentimento esmagador de solidão é apenas um sintoma de algo muito mais grave: a idolatria. Deus não é mais nossa maior alegria, Jesus deixa de ser todo-suficiente para nós, e porque o universo não é exatamente como gostaríamos que fosse, ficamos tristes, emburrados. Nosso rendimento cai, nossa cara fica feia e as pessoas começam a se afastar, gerando mais solidão. E os problemas gerados por essa idolatria não param por aí.

Veja o que diz Edward T. Welch em seu livro "Quando as pessoas são grandes e Deus é pequeno":

"Qual é a consequência dessa idolatria às pessoas? Como em toda a idolatria, o ídolo que escolhemos para adorar logo torna-se o nosso dono. O objeto do nosso temor nos domina. Embora insignificante por si só, o ídolo torna-se enorme e nos governa. Ele nos diz como pensar, o que sentir, e como agir. Ele nos diz o que vestir, nos diz para rir de uma piada suja, e para morrermos de medo de falar alguma coisa diante de um grupo. Toda a estratégia produz um efeito contrário. Nós nunca esperamos que usar pessoas para suprir os nossos desejos nos faça escravos delas."

Então, chegamos à raiz do problema. O problema não é a dor da solidão, isso é apenas um sintoma. O problema é a idolatria. O problema é o que está na posição de maior honra em nossos corações.

Qual a solução?

Não há uma receita simples para lidar com essa idolatria. É importante reconhecermos que esse temor do homem é um problema real em nossas vidas. O passo seguinte é aprender a temer a Deus. Quando tememos a Deus, não precisamos temer mais ninguém. Por fim, a solução de verdade encontra-se na pessoa e na obra de Jesus Cristo.

Ainda que tenhamos que lutar contra essa idolatria até o final de nossas vidas, o Filho de Deus deu sua própria vida para nos salvar e redimir. Ele pagou pelo pecado do temor ao homem. Ele pagou pelo pecado da idolatria. Deus nos garante, em sua Palavra, que irá concluir em nós a boa obra que começou (Filipenses 1.6). Não há uma solução para a idolatria (e seus males, como a dor da solidão e a dor da paixão não-correspondida) que não esteja em Jesus. Valorizar Jesus como mais importante do que todo o resto é o caminho para colocar as coisas em ordem no coração - e não somos capazes de fazer isso por conta própria, precisamos que o próprio Deus o faça - e Ele faz! (Filipenses 2.13)

E o outro tipo de solidão?

No entanto, não é só quando idolatramos as outras pessoas que a solidão nos machuca. Existe uma solidão real, que não é simplesmente um efeito do nosso coração caído buscando satisfação nas pessoas, longe de Deus. Há uma solidão verdadeira e dolorosa que não é fruto de idolatria, de que trataremos no próximo post da série.

Forever Alone – parte 1

Quem tem internet (e usa) provavelmente já conhece o tal ‘Forever Alone’, uma piadinha de internet que é a personificação da pessoa solitária. Em todas as situações, ele está sozinho. Mais do que isso: quem está sozinho é um ‘Forever Alone’. Se você nunca ouviu falar, dá uma pesquisada no Google e depois volta aqui. Pronto.

Será que a Palavra de Deus fala algo a respeito de solidão? Será que nós, usuários da internet, essa enorme multidão de pessoas solitárias, podemos aprender algo sobre esse assunto na Bíblia?

Foi pensando nisso (em um momento bem solitário) que resolvi tentar escrever essa série de pequenas reflexões a respeito da solidão à luz da Bíblia. Se você é uma pessoa solitária, não fique com medo: a ideia não é fazer um monte de piadinhas sobre o fato de você estar só. Sei que é um assunto sério, então vou tentar tratar de forma (mais ou menos) séria.

Então, pra começar colocando as coisas numa perspectiva Bíblica, vamos ler alguns textos:

Eis que a virgem conceberá e dará à luz um filho, e ele será chamado pelo nome de Emanuel (que quer dizer: Deus conosco).’ (Mateus 1.23 e Isaías 7.14)

Jesus Cristo é a plena revelação de Deus. Em Hebreus 1.1-2 aprendemos que Deus revelou-se de várias formas no passado, mas, nos últimos dias, revelou-se por meio de Jesus, o Filho de Deus, o Deus-homem, semelhante a nós. Anunciando a vinda do Messias, o nome que Deus escolheu foi esse: ‘Deus conosco’. A ideia central do Evangelho é que o perfeito Filho de Deus morre em nosso lugar e, assim, não precisamos mais sofrer a merecida condenação pelos nossos pecados. E parte dessa missão do Filho é também uma das características do nosso Deus: Deus conosco. Deus aqui, durante a encarnação, sofrendo as mesmas dores e dificuldades que nós, sendo tentado, passando frio, fome e dor. Mas Deus não esteve “conosco” somente durante a encarnação.

‘E eis que estou convosco todos os dias até a consumação do século.’ (Mateus 28:20)

Como o C. S. Lewis disse uma vez, temos somente duas alternativas: ou Jesus é um louco varrido, que mentia e enganava todo mundo o tempo todo e formou um grupo de gente mais louca do que Ele, malucos dispostos a enfrentarem a morte por causa de um monte de mentiras sem o menor sentido… ou Jesus é Deus e falou a verdade em tudo o que Ele disse.

Se Jesus é Deus e falou a verdade, então temos o dever de confiar nessa promessa. Podemos estar sem a companhia de outras pessoas, podemos não ter a companhia que gostaríamos de ter, mas Jesus continua conosco, todos os dias. Não estamos sozinhos quando estamos sozinhos.

Se você se sente solitário, mesmo ‘sabendo’ dessas coisas, você não está sozinho nisso (hehehe…). O texto de 1 Pedro 5.9 nos ensina que sofrimentos iguais aos nossos estão acontecendo com os nossos irmãos ao redor do mundo. No entanto, temos que lutar contra a incredulidade, da mesma forma que lutamos contra outros pecados. Em João 14:1, vemos Jesus nos dizendo ‘Acreditem em mim’ e, em Marcos 9.24, vemos Quem é o único que pode nos ajudar na luta contra a incredulidade.

Da mesma forma que lutamos contra nossa tendência pecaminosa à lascívia, à preguiça, à mentira, à inveja, temos que lutar contra a nossa incredulidade. Temos que crer em Deus quando Ele diz de Si próprio que é Deus Conosco, devemos acreditar em Jesus quando Ele promete estar conosco todos os dias. Aquilo que cremos molda tudo o que somos.

Olhando dessa forma, partindo dessa perspectiva de que não somos de fato ‘Forever Alone’ (estamos mais pra ‘NEVER Alone’…), os próximos posts sobre o assunto vão fazer mais sentido.

Texto publicado originalmente, no blog www.NissoPensai.com.br, por Daniel TC.

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Você Quer Namorar Comigo?

A pergunta é simples e a resposta mais ainda, sim ou não.

E se for sim?

Muitos diriam: “simples, o namoro iria começar.”, mas não é tão simples assim, pra falar a verdade, não é nada simples. Já conversei com algumas pessoas sobre isso e a maioria diz que o namoro é um simples relacionamento “só para testar”, o famoso test drive, “se ele(a) for do jeito que eu quero, eu caso.” Outros ainda dizem que só estão curtindo um momento e que não querem nada sério com aquela pessoa. Discordo totalmente dessas afirmações.

Namorar é ter um compromisso sério com Deus e consequentemente com seu namorado(a) . Ao contrário do que muitos pensam, inclusive cristãos, o namoro não serve para testar, pois você nunca vai achar alguém “perfeito”. Não devemos namorar pra conhecer, devemos conhecer pra namorar.

O namoro deve ter um objetivo, nada de curtir o momento. Esse relacionamento serve com um treino para o casamento. No namoro vamos aprender a lidar com a personalidade e as falhas do outro. Vamos aprender a renunciar algumas coisas e respeitar as diferenças. Assim como o grau de intimidade entre namorados é maior do que entre amigos, a intimidade com Deus de quem namora deve ser maior.

O namoro não é para satisfazer nossas vontades, nossos desejos. Ele é para a honra e glória do Senhor. Portanto, por nossas próprias forças e vontades, não tem como dar certo. Porque, o foco está errado. O que vai manter os dois unidos é o amor de Deus. Para que o namoro resista devemos estar cheios do amor dEle e transbordar esse amor no relacionamento. Assim os namorados vão conseguir resistir a todas as dificuldades de um relacionamento sério e vão conseguir vencer a lutas contra o diabo. Pode ter certeza que se o namoro for sério e para honra e glória de Deus o diabo vai tentar destruir, mas devemos estar firmes com Deus e sua palavra para vencermos o inimigo.

Existem várias passagens da bíblia que servem para os namorados, mas essa explica bem como deve ser um namoro santo pra glória de Deus. Sempre li esse texto que é muito conhecido (Gálatas 5:16-23), mas só percebi que ele serve muito pro namoro depois que comecei a namorar.

16 Digo, porém: andai no Espírito e jamais satisfareis à concupiscência da carne. 17 Porque a carne milita contra o Espírito, e o Espírito, contra a carne, porque são opostos entre si; para que não façais o que, porventura, seja do vosso querer. 18 Mas, se sois guiados pelo Espírito, não estais sob a lei. 19 Ora, as obras da carne são conhecidas e são: prostituição, impureza, lascívia, 20 idolatria, feitiçarias, inimizades, porfias, ciúmes, iras, discórdias, dissensões, facções, 21 invejas, bebedices, glutonarias e coisas semelhantes a estas, a respeito das quais eu vos declaro, como já, outrora, vos preveni, que não herdarão o reino de Deus os que tais coisas praticam. 22 Mas o fruto do Espírito é: amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, 23 mansidão, domínio próprio. Contra estas coisas não há lei.

Não preciso dizer mais nada.

Pedro Pamploma em naomordamaca.com

domingo, 13 de novembro de 2011

Louvorzão da Sinodal



Quem não está compromissado com o Congresso Unificado do PRSE está convidado. Informem com a galera abaixo (Jokleito ou Maralice - Executiva da Confedera UMP) sobre Onibus e custo e horário e local (ponto).

ORE PARTICIPE E DIVULGUE, DIVULGUE DA FORMA QUE PUDER.. FACEBOOK, ORKUT, E-MAIL, TELEFONE, POMBO CORREIO, PESSOALMENTE ETC...kkkkkkkk

LEMBRANDO, TEREMOS UM TRABALHO DE EVANGELIZAÇÃO POR ISSO TEMOS DE ESTAR PRESENTE EM ARACRUZ A PARTIR DAS 16H, PORTANTO CONFIRME PRESENÇA SE PODERÁ IR MAIS CEDO COM O UM POVO!!!

TERÁ UM ÔNIBUS PARA LEVAR-NOS PROVAVELMENTE NO VALOR DE R$ 5,00 POR PESSOA COM SAÍDA PREVISTA PARA ´`AS 15H, PORTANTO CONFIRME SUA PRESENÇA COMIGO OU COM SEU PRESIDENTE OU PELOS CONTATOS ABAIXO!

AQUELES QUE NÃO PUDEREM IR MAIS CEDO NÓS OS AGUARDAREMOS NO CULTO ABENÇOADÍSSIMO QUE DEUS COM CERTEZA NOS RESERVA PARA ESSE DIA!!

EM CRISTO!!
Vamos lá gente....

terça-feira, 27 de setembro de 2011

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

sábado, 13 de agosto de 2011

ReciclaIPB

Aguardem

“Não vale apena servir a Deus” Ml 3.16

“O SENHOR Todo-Poderoso diz: Gostaria que um de vocês fechasse as portas do Templo. Assim vocês não acenderiam mais fogo inutilmente no meu altar. Eu não estou satisfeito com vocês; não vou aceitar as suas ofertas.” Malaquias 1. 10

Nos tempos do profeta que escreveu o último livro do V. T., o povo de Deus se tornou negligente e despreocupado com as coisas celestiais, mas Deus estava pronto a lhes perdoar, logo após um verdadeiro arrependimento.

Sabe o que acontecia na prática com a ‘igreja que Malaquias congregava’?

À medida que sua fé no Senhor diminuía tornaram se crentes hipócritas (fingidos); tinha uma adoração mecânica (do tipo do crente que hoje diz ‘Aleluia, Glória a Deus’ só com a boca e sem o coração); ofereciam sacrifícios defeituosos e com falhas (animais cegos, doentes); honravam a todo o homem, mas Deus disse-lhes ‘onde está a minha honra?’ 1.6; davam o resto e as sobras pra Deus e, pra piorar, não obedeciam aos mandamentos.

Jeová já estava cansado daquilo, creio que Ele tinha nojo. E ainda davam-se o direito de se perguntar: “Em que nós erramos? Em que pecamos contra ti?” e, por fim, disseram: “Não vale apena servir a Deus, não vale a pena obedecer a sua palavra” 3.16

Será que hoje temos agido como esta igreja de Malaquias? Como estamos cultuando? Será que temos oferecido o melhor de nós à Deus? O Senhor deseja converter nossos corações, e endireitar nossos caminhos.

“aqueles que temeram ao SENHOR, o SENHOR atentou e ouviu; E na presença dele foram escritos num livro os nomes dos que respeitavam a Deus e o adoravam. E eles serão meus, diz o SENHOR dos Exércitos; naquele dia serão para mim jóias; poupá-los-ei, como um homem poupa a seu filho, que o obedece.” Ml 3.16 e 17